CPA – Comissão Própria de Avaliação


De acordo com o disposto no art. 11 da Lei no 10.861/04, cada instituição deve constituir uma Comissão Própria de Avaliação (CPA) com as funções de coordenar e articular o seu processo interno de avaliação e disponibilizar informações.

Quem compõe a CPA?

A CPA é composta por membros do corpo docente, discente, técnicos-administrativos e da sociedade civil.

Na UFC, além da CPA, existem nas Unidades Acadêmicas (Faculdades, Institutos, Centros e demais Campi do interior do Ceará) Comissões Setoriais de Avaliação (CSA) que compõem a equipe da CPA institucional.

O que é auto avaliação institucional?

É um processo contínuo por meio do qual uma instituição constrói conhecimento sobre sua própria realidade, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social.

O que se faz nesse processo e quais os objetivos?

1. Sistematiza informações, analisa coletivamente os significados de suas realizações,

2. Identifica pontos fracos, bem como pontos fortes e potencialidades

3. Estabelece estratégias de superação de problemas.

Essencialmente, esse processo visa a melhoria da qualidade da instituição, além de Identificar as causas dos nossos problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais e prestar contas à sociedade.

Quem participa?

Atualmente, estudantes das graduações presenciais e docentes do quadro permanente. O processo é semestral.

Estudantes avaliam:

1. Docentes de cada disciplina em que está matriculado;

2. Faz-se uma autoavaliação em cada uma dessas disciplinas;

3. A Coordenação de curso;

4. Aspectos da Infraestrutura de curso e da IES.

Docentes avaliam:

1. O alunado em suas disciplinas;

2. Aspectos da Insfraestrutura de curso e da IES

3. Faz também uma autoavaliação.

O que se faz com os resultados desse processo?

1. Elaboração de relatório: o relatório final de avaliação interna deve expressar o resultado do processo de discussão, análise e interpretação dos dados advindos, principalmente, do processo de autoavaliação. Os destinatários do relatório são os membros da comunidade acadêmica, os avaliadores externos e a sociedade. É desejável que o relatório apresente sugestões para ações de natureza administrativa, política, pedagógica e técnico-científica a serem implementadas → Planos de melhoria.

2. Divulgação: apresentação pública e discussão dos resultados, bem como de ações concretas oriundas dos resultados do processo avaliativo

3. Balanço crítico: reflexão sobre o processo, análise das estratégias, das dificuldades e dos avanços apresentados.

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